23 de setembro de 2020

Despertar pela imagem celestial de um cão no nevoeiro, com penas de sangue na boca, a olhar fixo como se o seu ataque, mais rápido do que a percepção dele, ainda o fizesse buscar o alvo. No mesmo terreno, a criança entreabre os dedos, dosa a queda dos grãos do tempo, não quer crescer depressa, prefere que as galinhas biquem seus sapatos.